sexta, 10 de abril de 2026

Vereadora de Votuporanga cobra investigação sobre pichações em pontos de ônibus recém-reformados

A vereadora Débora Romani (PL) utilizou a tribuna durante a 11ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal para manifestar sua indignação com a série de pichações que atingem os abrigos de passageiros em diversos bairros da cidade. Em vídeos publicados em suas redes sociais, a parlamentar mostrou danos em coberturas situadas na rua Armelindo Brunini, no bairro Pozzobon, e ressaltou que o problema se espalha por outras regiões do município. A queixa principal da vereadora é que o vandalismo ocorre logo após o poder público realizar investimentos para a reforma e pintura dessas estruturas.

Segundo o relato feito na sessão, Débora já havia acionado a Polícia Civil anteriormente para tentar identificar os responsáveis pelos desenhos. Na época, a resposta recebida foi de que a antiguidade das marcas dificultava a perícia. No entanto, a parlamentar destacou que novos atos de vandalismo surgiram imediatamente após as melhorias recentes, com pichações sobre a tinta ainda fresca. Ela mencionou que o autor estaria desenhando um personagem específico, apelidado de “Zé Droguinha”, em vários locais públicos.

A vereadora classificou a prática como “lixo visual” e rejeitou qualquer argumento que tente associar a pichação a manifestações culturais. Para ela, o ato configura apenas depredação do patrimônio pago com dinheiro dos contribuintes. Em sua fala, ela garantiu que protocolará uma nova indicação junto à Polícia Civil para que as investigações sejam retomadas, sugerindo inclusive o uso de imagens de câmeras de segurança de residências próximas aos pontos afetados para facilitar a identificação dos envolvidos.

Ao encerrar seu posicionamento, Débora Romani reforçou seu compromisso em combater esse tipo de crime ambiental e administrativo em Votuporanga. A parlamentar defendeu que o município precisa de uma resposta firme contra as pichações para preservar a estética urbana e o conforto dos usuários do transporte coletivo. Ela concluiu afirmando que o respeito ao bem comum é essencial e que continuará cobrando providências para que os autores sejam responsabilizados pelos danos causados à cidade.

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