sábado, 14 de março de 2026

Trump demonstra confiança em relatos sobre a morte do líder supremo do Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (28) que acredita na veracidade das informações que apontam a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã. Em entrevista concedida à emissora NBC News, o republicano afirmou que o governo norte-americano tem a “sensação” de que os relatos sobre o falecimento do líder iraniano estão corretos. A declaração ocorre em um contexto de extrema tensão, após uma operação militar conjunta conduzida pelos Estados Unidos e Israel contra alvos estratégicos em solo iraniano.

Durante a conversa, Trump reforçou críticas severas à trajetória de Khamenei, afirmando que o líder “matou muitas pessoas” e foi responsável por “destruir um país”. Embora ainda não exista uma confirmação oficial definitiva por parte de órgãos internacionais independentes, o presidente ressaltou que conversou com diversas fontes fora do governo e que as evidências indicam que a estrutura de comando do regime de Teerã foi severamente atingida. Segundo ele, grande parte das figuras que tomavam as decisões no país já não estaria mais em atividade.

Do lado israelense, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também se manifestou, afirmando que existem “fortes indícios” de que o aiatolá não sobreviveu à ofensiva, que incluiu ataques ao complexo da residência oficial de Khamenei. Imagens de satélite divulgadas recentemente mostram danos extensos no local. Por outro lado, o governo do Irã nega veementemente as informações. Porta-vozes do Ministério das Relações Exteriores em Teerã afirmam que o líder supremo está “são e salvo” e classificam as notícias da morte como propaganda de guerra.

O episódio marca um dos momentos mais críticos da história recente do Oriente Médio, com o governo americano sugerindo que este pode ser o momento para o povo iraniano assumir o controle do próprio destino. Enquanto o mundo aguarda uma prova concreta sobre o paradeiro de Khamenei, a segurança na região permanece em alerta máximo. A operação, batizada em alguns círculos militares como parte de uma “intervenção necessária”, já provocou reações diversas na comunidade internacional, oscilando entre o apoio à queda do regime e o temor de uma escalada de violência sem precedentes.

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