terça, 7 de julho de 2026

Três mulheres são presas tentando entrar com maconha em presídios

A fiscalização rigorosa durante o dia de visitas terminou com a prisão de três mulheres que tentavam entrar com drogas em unidades prisionais do interior paulista no último domingo, dia 7 de junho. Os flagrantes aconteceram nos municípios de Pacaembu e Lavínia, graças ao uso de tecnologia de revista eletrônica. No total, os policiais penais conseguiram interceptar e apreender diversas porções de maconha que tinham como destino final os detentos dos complexos penitenciários.

O primeiro caso foi registrado na Penitenciária “Ozias Lúcio dos Santos”, em Pacaembu. Os agentes de segurança desconfiaram de uma visitante, que é esposa de um dos presos, após o escâner corporal gerar uma imagem suspeita na região de sua cintura. Ao ser questionada pelas autoridades, a mulher confessou que havia escondido o entorpecente em suas partes íntimas e retirou voluntariamente um pacote que continha cerca de 116 gramas de maconha. Ela foi presa em flagrante e encaminhada para a delegacia da Polícia Civil em Adamantina, enquanto a direção do presídio abriu um processo interno para investigar o envolvimento do preso que receberia a encomenda.

Pouco tempo depois, na Penitenciária II “Luís Aparecido Fernandes”, localizada na cidade de Lavínia, o mesmo sistema de monitoramento barrou mais duas mulheres de uma só vez. O equipamento de raio-X apontou alterações nos corpos das duas visitantes e, sem saída, ambas admitiram que transportavam pacotes com drogas escondidos. Uma das suspeitas entregou um invólucro com aproximadamente 49 gramas de maconha, e a outra portava uma porção de 36 gramas da mesma substância.

A Polícia Militar foi chamada para dar apoio à ocorrência e conduziu as duas mulheres para o plantão policial da região, onde elas receberam voz de prisão. A Secretaria da Administração Penitenciária destacou que essas apreensões mostram o papel fundamental dos policiais penais e dos investimentos em tecnologia para impedir que materiais proibidos e drogas entrem nas cadeias do estado, quebrando a cadeia de abastecimento do tráfico dentro do sistema prisional.

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