

A comunidade do ciclismo de ultradistância está em luto após a morte da atleta Eliana Tamietti, de 48 anos, ocorrida na madrugada do último sábado. Eliana participava do Bikingman Brasil, uma competição de resistência extrema com um percurso de 555 quilômetros que atravessa a Serra da Mantiqueira, entre os estados de São Paulo e Minas Gerais. O incidente aconteceu em uma estrada de terra na região de Piranguçu, no Sul de Minas, durante um dos trechos mais desafiadores da prova.

De acordo com a organização do evento, a ciclista pedalava na companhia de outros três atletas quando o grupo fez uma breve pausa. Eliana teria seguido sozinha por alguns segundos e, logo em seguida, sofreu uma queda. O diretor da prova, Vinícius Martins, explicou que a principal suspeita é de que ela tenha sofrido um mal súbito enquanto pedalava, o que a levou a perder o controle da bicicleta e colidir contra um barranco.
Assim que perceberam o acidente, os colegas de prova e a direção do evento acionaram o socorro imediatamente. Equipes do Samu, do Corpo de Bombeiros e das polícias Militar e Civil foram mobilizadas para o local. Apesar do atendimento rápido e dos esforços de resgate realizados por profissionais e outros competidores, a morte da ciclista foi confirmada ainda no trecho da estrada, sem que houvesse tempo para o transporte até uma unidade hospitalar.
Em nota oficial, o Bikingman Brasil lamentou profundamente a perda e reforçou que ainda aguarda laudos técnicos para obter informações conclusivas sobre o que causou o falecimento da atleta. Eliana era reconhecida pela dedicação ao esporte de alta performance, e sua partida gerou uma onda de homenagens e pedidos de respeito à privacidade da família neste momento de dor. O caso segue sob análise das autoridades para esclarecer todos os detalhes da fatalidade.







