terça, 28 de julho de 2026

Ter e cultivar amizades é fundamental para a saúde e a qualidade de vida na terceira idade

Manter laços de amizade ao longo dos anos é uma das estratégias mais eficientes e prazerosas para garantir um envelhecimento saudável e ativo. Com a chegada da terceira idade, fatores como limitações físicas, perda de entes queridos, questões de saúde mental e barreiras de acessibilidade frequentemente elevam o risco de isolamento social. Diante desse cenário, a celebração do Dia do Amigo serve como alerta para a importância da preservação das redes de afeto, companheirismo e apoio mútuo durante essa fase da vida.

Especialistas reforçam que a convivência diária com amigos traz impactos diretos na saúde mental e nas funções neurológicas dos idosos. Segundo o psiquiatra Michel Haddad, do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual de São Paulo (Iamspe), os laços afetivos ajudam no combate à depressão, amenizam a ansiedade e reduzem o sentimento de solidão, atuando também como um estímulo importante na preservação da memória e do raciocínio.

Além dos ganhos cognitivos e emocionais, a integração em grupos de convivência fortalece a independência da pessoa idosa. A interação constante incentiva a participação em atividades comunitárias, o aprendizado contínuo e o uso de novas tecnologias para a comunicação. Essa troca diária de experiências facilita o manejo de sentimentos e a superação dos desafios diários, mostrando que cultivar laços sociais deve ser encarado como um cuidado indispensável com a saúde integrativa na maturidade.

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