


A estiagem prolongada e a baixa umidade relativa do ar têm impactado diretamente a saúde da população em Fernandópolis. A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município registrou um aumento de 60% na procura por cuidados médicos voltados a complicações respiratórias, refletindo o agravamento das condições climáticas na região.

Entre as principais queixas dos pacientes que buscam atendimento estão sintomas como desidratação, tosse seca persistente, falta de ar, irritação na garganta e crises de asma ou bronquite. O ar seco favorece a suspensão de poeira e poluentes, o que resseca as mucosas das vias aéreas e facilita a entrada de vírus e bactérias no organismo, afetando especialmente crianças e idosos.
Diante do cenário de alerta, profissionais de saúde orientam a população a reforçar os cuidados diários para amenizar os efeitos da baixa umidade. A recomendação principal inclui a ingestão constante de água ao longo do dia, a umidificação de ambientes internos com toalhas molhadas ou aparelhos específicos e a suspensão de atividades físicas ao ar livre nos horários de maior calor e incidência solar.











