quarta, 17 de junho de 2026

STF abre licitação para contratar serviço de monitoramento de redes sociais

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou um processo de licitação para contratar uma empresa especializada em acompanhar e analisar a presença da Corte nas principais redes sociais. O pregão eletrônico está agendado para o dia 11 de maio de 2026, com um investimento máximo previsto de R$ 249,9 mil. A iniciativa visa profissionalizar o acompanhamento do que é dito sobre o tribunal e seus ministros em plataformas populares como X, Instagram, YouTube, Facebook e TikTok.

De acordo com as diretrizes do edital, o serviço deve funcionar de forma ininterrupta, cobrindo as 24 horas do dia durante toda a semana. A empresa vencedora será responsável por coletar um grande volume de dados, que pode atingir centenas de milhares de menções diárias, utilizando ferramentas tecnológicas de ponta. O objetivo central é fornecer suporte à comunicação institucional do STF, permitindo que a equipe interna gerencie crises com mais agilidade e entenda melhor o impacto das decisões judiciais perante a opinião pública digital.

O contrato, que terá validade inicial de um ano, prevê a entrega de diversos materiais analíticos, como relatórios diários e mensais que medem tanto a quantidade quanto a qualidade das interações. Em momentos de maior repercussão, a contratada deverá emitir alertas por aplicativos de mensagens e produzir boletins detalhados em até 24 horas, apresentando dados sobre o alcance e o engajamento dos conteúdos. Além disso, o tribunal terá acesso a painéis digitais atualizados constantemente para consulta imediata de sua assessoria.

Para garantir a eficiência do trabalho, o edital sugere uma estrutura mínima de quatro profissionais dedicados exclusivamente a essa função. O critério de escolha da empresa será o menor preço apresentado, sob o regime de empreitada global. Os interessados podem consultar o edital completo e os detalhes do processo diretamente nos portais de compras do Governo Federal ou no próprio site do Supremo Tribunal Federal, onde todas as regras da concorrência estão disponíveis publicamente.

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