O presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Fernandópolis, Clarismino de Jesus Flávio, afirmou que faz visita constantemente nos canaviais de Fernandópolis e região.
Ele respeita a manifestação, mas justificou que foi acusado injustamente por um grupo de trabalhadores. Clarismino disse o corte da Cana-de-açúcar começou no mês de abril, desta forma o trabalho é realizado há quatro meses e não oito como foi anunciado pelos manifestantes.
Após a manifestação, representantes do Sindicato visitaram outro grupo de 200 trabalhadores que aceitaram a proposta da Usina Alcoeste e irá receber R$ 0,60 o metro de cana cortada.
“O Sindicato está aqui para defender os interesses dos trabalhadores sempre com ordem e decência e não vamos admitir que um grupo tumultue o nosso trabalho de fiscalização. Sabemos da necessidade dos trabalhadores e dos demais trabalhadores concordaram com o acordo que começou a valer desde o dia 8 de setembro”, finalizou o presidente do Sindicato.