

A Santa Casa de Fernandópolis oficializou, nesta semana, a assunção da gestão da Santa Casa de Pereira Barreto. A mudança ocorre após um decreto de intervenção municipal na unidade de saúde, motivado por um cenário financeiro e operacional considerado crítico pela prefeitura local.

O anúncio foi consolidado em uma reunião entre o prefeito de Pereira Barreto, Hérminio Barbosa Komatsu; a coordenadora hospitalar, Ana Carolina Zaneta; além da chefe de gabinete Vanessa Gardim e o novo provedor-chefe administrativo, Marcus Vinícius Chaer, acompanhado por Zheng Jie Feng, diretor operacional da Santa Casa de Misericórdia de Fernandópolis e o colaborador Cleber Rocha.
A decisão foi tomada após uma auditoria técnica em Pereira Barreto que identificou passivos e gargalos estruturais complexos que exigiam medidas imediatas, sendo um dos principais motivos da intervenção municipal e reestruturação que será comandada pela equipe da Santa Casa de Fernandópolis
Marcus Chaer coordena intervenção técnica na unidade de saúde
A escolha pela equipe administrativa de Fernandópolis baseou-se na expertise do gestor Marcus Vinícius Paço Chaer em reestruturação hospitalar. Chaer, que possui um histórico como interventor judicial e é o atual provedor em Fernandópolis, mantendo outras unidades de Saúde no Estado de São Paulo.
A estratégia visa aplicar em Pereira Barreto o mesmo modelo de eficiência e reestruturação de serviços que já foi estendido a outras unidades sob sua gestão. A nova administração assume as atividades com o objetivo de viabilizar a recuperação técnica e financeira da instituição.
Plano de trabalho será apresentado ao Legislativo para garantir transparência
A prefeitura de Pereira Barreto informou aos vereadores que a nova gestão técnica já está à disposição para apresentar as diretrizes do plano de trabalho. O encontro visa detalhar as metas imediatas para sanar os problemas identificados pela auditoria e colher sugestões da Casa de Leis.
Com o apoio do executivo municipal, a equipe de Fernandópolis busca garantir a continuidade dos serviços essenciais à população. A colaboração entre as instituições é vista como o caminho para superar a crise estrutural e assegurar a sustentabilidade da Santa Casa no longo prazo.








