sábado, 10 de outubro de 2026

Saiba como agir ao presenciar violência contra a mulher e conheça os canais de proteção no Estado

Saber como agir de forma rápida e segura diante de um episódio de agressão a mulheres pode salvar vidas. A orientação das forças de segurança é avaliar o risco antes de qualquer iniciativa e acionar a Polícia Militar pelo telefone 190 ao constatar uma violência em andamento. O denunciante deve informar o endereço exato, características do agressor e a presença de armas ou feridos. A recomendação expressa é nunca confrontar diretamente o suspeito caso ele esteja armado, sob efeito de substâncias ou acompanhado, priorizando a comunicação com as autoridades sem colocar terceiros em perigo.

As próprias vítimas contam com recursos preventivos e discretos para solicitar socorro em momentos de vulnerabilidade. Sinais silenciosos, como fazer um “X” vermelho na palma da mão ou dobrar o polegar e fechar a mão sobre ele, servem para sinalizar pedidos de ajuda a comerciantes e transeuntes sem alardear o agressor. Além disso, locais integrados ao protocolo estadual Não se Cale e estabelecimentos comerciais possuem funcionários capacitados para acolher a vítima e acionar as forças policiais de forma protegida.

O governo paulista disponibiliza uma extensa rede de apoio e proteção que integra tecnologia e atendimento especializado. Por meio do aplicativo SP Mulher Segura, é possível acionar o Botão do Pânico para casos com medida protetiva e registrar boletins de ocorrência. O sistema estadual oferece ainda as Delegacias de Defesa da Mulher, as Salas Lilás em postos policiais e no IML para perícias privativas, o monitoramento eletrônico de agressores por tornozeleiras e as Casas da Mulher Paulista, que garantem acolhimento psicossocial, orientação jurídica e capacitação para a autonomia financeira feminina.

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