sábado, 1 de agosto de 2026

Rodada deste domingo promete desempatar grupos mais equilibrados da Copa do Mundo

A Copa do Mundo de 2026 segue a todo vapor neste domingo, 21 de junho, com quatro partidas decisivas válidas pela segunda rodada da fase de grupos. O dia será marcado pelo reencontro das seleções das chaves G e H, que entram em campo pressionadas pelo retrospecto recente. Isso porque todas as partidas de estreia desses dois grupos terminaram em empate, deixando os oito times com exatamente um ponto cada na tabela e transformando os confrontos de hoje em verdadeiras finais antecipadas para quem busca a classificação.

A maratona do Grupo H começa cedo, às 13h, em Atlanta, onde a Espanha enfrenta a Arábia Saudita. Considerada uma das grandes favoritas ao título mundial, a seleção espanhola deve apostar em seu tradicional estilo de controle e troca de passes para impor o ritmo de jogo. Do outro lado, os sauditas prometem uma postura bastante cautelosa, focando em fechar os espaços para não correr riscos contra um adversário tecnicamente superior. Mais tarde, às 19h, em Miami, o tradicional Uruguai mede forças com Cabo Verde. O time sul-americano entra com o favoritismo devido ao peso de sua camisa e elenco, mas os africanos chegam embalados após segurarem um empate histórico sem gols contra a Espanha na estreia, impulsionados pela atuação brilhante do goleiro Vozinha, que fechou o gol e parou o ataque espanhol.

Pelo Grupo G, a disputa também está completamente aberta depois que os primeiros jogos terminaram em 1 a 1 entre Bélgica e Egito, e em 2 a 2 no duelo entre Irã e Nova Zelândia. O primeiro confronto do dia pela chave acontece às 16h, em Los Angeles, com a Bélgica encarando o Irã. Os belgas, conhecidos pela regularidade em torneios internacionais nos últimos anos, terão o desafio de furar a conhecida e forte retranca do sistema defensivo iraniano.

Para fechar o domingo de futebol, Nova Zelândia e Egito se enfrentam às 22h, na cidade de Vancouver, em um confronto direto que pode desenhar o futuro dos dois países na competição. A equipe egípcia entra em campo apostando em sua organização tática e no talento individual de seus atacantes para furar o bloqueio da seleção da Oceania, que historicamente prioriza uma postura defensiva rígida para surpreender nos contra-ataques.

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