

O Partido Progressistas (PP) confirmou na última sexta-feira (31) que não realizará sua convenção nacional para a disputa do Palácio do Planalto. A decisão foi anunciada pela diretoria da sigla em seu portal oficial e formaliza a posição de neutralidade do partido na corrida pela presidência da República. As convenções são os encontros oficiais nos quais os partidos formalizam candidaturas próprias ou declaram apoio formal a outras legendas.

Segundo comunicado divulgado pela agremiação, a posição foi adotada após consulta formal realizada com os diretórios estaduais, que optaram majoritariamente por não integrar nenhuma coligação na disputa presidencial. O partido destacou ainda que a deliberação foi devidamente repassada e aceita pela senadora Tereza Cristina, liderança da bancada no Senado Federal.
O posicionamento altera as articulações da corrida eleitoral, especialmente para o Partido Liberal (PL), que havia oficializado o nome do senador Flávio Bolsonaro à presidência e pretendia atrair Tereza Cristina para compor a chapa ocupando o posto de vice-presidente. Apesar de reuniões recentes entre os parlamentares para alinhar a possível aliança, a opção do PP pelo isolamento partidário no pleito presidencial inviabilizou a indicação da senadora sul-mato-grossense.











