

Famílias de menor renda no estado de São Paulo têm a oportunidade de conquistar a casa própria por meio do programa Casa Paulista. A iniciativa governamental atua em três frentes principais: a concessão de subsídios financeiros, a venda de unidades a preço social e a construção direta de moradias populares pela Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU).

Na modalidade de Carta de Crédito Imobiliário, o programa oferece um auxílio financeiro que varia de R$ 10 mil a R$ 16 mil para famílias com renda de até três salários mínimos. O valor pode ser utilizado para abater o montante de entrada ou reduzir o valor das prestações em financiamentos pela Caixa Econômica Federal. Essa opção não exige sorteio e permite que o beneficiário escolha o imóvel diretamente com as construtoras cadastradas, desde que seja a sua primeira moradia e não possua outro financiamento ativo.
Para quem busca imóveis com valores reduzidos em relação ao mercado, a modalidade de Preço Social destina unidades habitacionais construídas por parceiros privados para famílias com renda de até três salários mínimos, combinando o desconto no valor final a subsídios estaduais. Diferente da carta de crédito individual, a seleção dos contemplados nesta categoria ocorre por meio de sorteio público, garantindo cotas para moradores de áreas de risco e beneficiários de auxílio-aluguel.


A produção habitacional promovida diretamente pela CDHU atende famílias com rendimentos de 1 a 10 salários mínimos que comprovem morar ou trabalhar há pelo menos cinco anos no município onde a moradia é ofertada. Os imóveis também são distribuídos por sorteio público, e os financiamentos contam com juro zero para quem ganha até cinco salários mínimos. As parcelas são adaptadas ao orçamento familiar, podendo comprometer no máximo 20% ou 30% da renda, conforme a modalidade de reajuste escolhida no contrato. Os editais com as regras de cada cidade e as inscrições ficam disponíveis nos canais oficiais do governo paulista.








