

Uma negociação realizada pela internet tornou-se caso de polícia após um professor de 33 anos, morador de São José do Rio Preto, relatar um prejuízo de R$ 15 mil. O caso, registrado inicialmente pela Delegacia Eletrônica, foi encaminhado ao 2º Distrito Policial da cidade para investigação. A vítima afirma ter sido alvo de um golpe ao tentar adquirir aparelhos para atividades físicas junto a uma empresa que se identificava como uma fábrica localizada em Guapiaçu.

Segundo o boletim de ocorrência, o acordo foi firmado no final de janeiro deste ano. Na ocasião, o professor efetuou o pagamento de R$ 15 mil como entrada para garantir a reserva e a produção dos equipamentos. O contrato estabelecia que a entrega deveria ocorrer em um prazo de 45 dias, período que expirou sem que os produtos chegassem ao destino. A suspeita de fraude aumentou quando a empresa interrompeu o atendimento e parou de responder às tentativas de contato feitas pelo comprador.
Embora o primeiro contato com a polícia tenha ocorrido logo após o pagamento, o registro foi formalizado detalhadamente no último dia 9. A Polícia Civil classificou o episódio, a princípio, como estelionato. Como não houve prisão em flagrante, o próximo passo da investigação será analisar as informações prestadas pela vítima e identificar os responsáveis pela suposta fábrica. A autoridade policial poderá confirmar ou alterar a classificação do crime à medida que os fatos forem apurados e a existência da empresa for verificada.







