

A Polícia Civil de Guapiaçu, no interior de São Paulo, abriu um inquérito para investigar um prestador de serviços terceirizados da prefeitura sob a suspeita de ter cometido estupro de vulnerável contra uma aluna de uma creche municipal. O caso aconteceu na Escola Municipal Anjo da Guarda enquanto o homem realizava reparos no local acompanhado por um ajudante. O crime gerou forte indignação na comunidade escolar e mobilizou as autoridades locais.

De acordo com o registro oficial da polícia, funcionários da instituição de ensino presenciaram o momento em que o trabalhador chamou a criança para sentar em seu colo. Testemunhas relataram que ele disse à menina que demonstraria um tipo de afeto diferente e, em seguida, passou a língua no pescoço da vítima. Ao perceberem a gravidade da situação, as educadoras agiram rapidamente, retiraram a aluna de perto do suspeito e a levaram em segurança de volta para a sala de aula.
Logo após o ocorrido, os responsáveis pela manutenção foram expulsos do prédio escolar. Diante da demora percebida na formalização da denúncia pelas vias oficiais, um grupo de pais de alunos organizou um protesto em frente à creche para cobrar agilidade e respostas imediatas das autoridades responsáveis pela segurança das crianças. Em resposta aos questionamentos, o delegado que lidera o caso confirmou que as investigações avançaram e que depoimentos de testemunhas já começaram a ser colhidos para esclarecer os fatos o quanto antes.
Em nota oficial, a Prefeitura de Guapiaçu declarou que está acompanhando de perto o andamento das investigações policiais. A administração municipal explicou que os detalhes do processo correm sob segredo de Justiça para preservar a identidade da menor de idade, mas garantiu que todas as punições administrativas e contratuais cabíveis contra a empresa prestadora de serviços já foram devidamente aplicadas.







