


A Prefeitura Municipal de Urupês renovou na última semana a proposta de atendimento com o Senai, segundo o prefeito municipal essa renovação consiste em manter a escola móvel de costura industrial que se encontra na cidade qualificando profissionais para o mercado de trabalho.

A idéia da administração municipal é transformar Urupês em um pólo industrial no setor da confecção em parceria com SEBRAE-SP e Senai. A instalação do programa de desenvolvimento do setor de confecção criou e aperfeiçoou a mão-de-obra qualificada criando novas oportunidades de emprego.
Estão sendo oferecidos cursos de aperfeiçoamento profissional e modelagem – que proporcionam o aprimoramento dos funcionários e agilidade no processo produtivo. E o curso de treinamento para a formação de mão de obra, financiado pela Prefeitura Municipal e realizado por profissionais do Senai.


Novas empresas no mercado
Segundo Jaime a criação do programa tem com objetivo promover ações conjuntas, de caráter associativista, fomentando o desenvolvimento local e regional. 228 pessoas já se formaram através da escola móvel de costura industrial.
Dividido em três cursos diferentes o número atingido representa um crescimento no setor de confecção da cidade. Segundo o posto de atendimento do Sebrae em Urupês, a cidade possui 31 empresas de confecção que empregam 567 pessoas diretamente. “Esse número se contabilizado os empregos indiretos podem dobrar” disse o agente de desenvolvimento do Sebrae, Lauriston Isique.
Segundo o prefeito municipal esse crescimento, mostra a carência que a cidade possuía na mão-de-obra com qualificação.
Atualmente a maioria das fábricas de confecção de Urupês já possue alguma pessoa que teve sua formação na escola, “isso é certamente motivo de satisfação e de trabalho bem realizado pela atual administração” disse Isique.
A escola móvel
A escola móvel do Senai instala-se um período na cidade, e depois das atividades encerradas, ela deixa a cidade. Mas segundo o prefeito municipal a capacitação para aquelas pessoas que desejarem ingressar no mercado da confecção não pode parar.
Experiência que dâ emprego
Segundo os empresários Wellington Nunes de Aveiro e Nisbelto Aveiro, que há três meses estão no setor de confecção, com a criação da escola móvel de costura industrial fica mais fácil à contratação de profissionais com mão de obra qualificada “É muito difícil colocar alguém sem prática alguma para trabalhar em uma fabrica, com essa escola eles ganham prática, agilidade e sem dúvida a experiência necessária para atender as necessidades de uma fabrica” afirma o empresário.
Aveiro não possui ainda nenhum profissional formado pela escola, mas não deixa de falar que procura por profissionais hoje que se formam em escola como essas “eles já possuem o ritmo” disse.







