

A Polícia Federal realizou na manhã desta sexta-feira, dia 12 de junho, a destruição de 3,5 toneladas de maconha no interior paulista. Toda a droga havia sido apreendida no início do mês no município de Catiguá, localizado na região de São José do Rio Preto. O carregamento milionário foi incinerado sob forte escolta policial e com a supervisão de agentes federais, cumprindo as exigências da lei para a eliminação definitiva de substâncias entorpecentes recolhidas em ações policiais.

O entorpecente queimado foi descoberto no último dia 2 de junho, graças a uma denúncia anônima que levou os policiais militares até uma propriedade rural da cidade. Ao chegarem ao endereço, os policiais avistaram um carro tentando fugir em alta velocidade, o que deu início a uma varredura minuciosa por todo o sítio. Durante as buscas, as equipes localizaram um esconderijo subterrâneo, no estilo bunker, construído exclusivamente para armazenar os tabletes de maconha sem levantar suspeitas.
Na mesma operação, um segundo veículo foi interceptado nas proximidades da fazenda transportando outra parte dos tijolos da erva. Os ocupantes do automóvel confessaram o envolvimento no crime e os policiais constataram que eles já tinham passagens anteriores pela polícia por tráfico de drogas. Ao todo, a ação terminou com quatro suspeitos presos em flagrante e com a apreensão de cadernos de contabilidade do crime, balança de precisão e um dos carros usados pelo grupo.
Em comunicado oficial, a Polícia Federal ressaltou que a queima rápida do material faz parte das metas contínuas de asfixia financeira ao crime organizado, garantindo que o entorpecente seja retirado de circulação definitivamente e não retorne às ruas. Mesmo com a droga destruída na fornalha, os delegados federais informaram que as investigações seguem em andamento para descobrir a origem da maconha, os verdadeiros donos do sítio e os elos com facções criminosas que atuam no estado.







