quinta, 9 de abril de 2026

Polícia Civil investiga morte de empresário e sócio do bar Vila Dionísio em Rio Preto

A Polícia Civil de São José do Rio Preto instaurou um inquérito para apurar as circunstâncias da morte do empresário Rogério Lopasso Tosi, de 50 anos, conhecido carinhosamente como “Dogão”. Sócio-fundador do tradicional bar Vila Dionísio, Rogério foi localizado sem vida no final da tarde de quarta-feira (1º), no interior de seu veículo, que estava estacionado na Rua João Teixeira, no bairro Vila Santa Cruz. A localização ocorreu após amigos sentirem falta do empresário desde o período da manhã e utilizarem o rastreamento do aparelho celular para encontrar o automóvel.

De acordo com o boletim de ocorrência, o veículo, um Hyundai HB20, estava com as portas travadas e os vidros fechados. Ao chegarem ao local, os amigos precisaram quebrar um dos vidros para tentar prestar socorro, mas Rogério já não apresentava sinais vitais. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Polícia Militar foram acionadas e constataram que não havia marcas aparentes de violência no corpo. No interior do carro, os peritos encontraram um cilindro de gás carbônico — equipamento comumente utilizado em sistemas de chopeiras — com o lacre rompido, detalhe que será analisado pela investigação técnica.

O corpo do empresário foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exames necroscópicos, que deverão confirmar a causa exata do falecimento. Em um comunicado oficial divulgado nas redes sociais, a equipe do Vila Dionísio prestou uma homenagem a Rogério, descrevendo-o como uma peça fundamental na história do estabelecimento e ressaltando seu legado de amizade e companheirismo. A nota mencionou a possibilidade de o óbito ter sido causado por um infarto, embora apenas o laudo médico oficial possa determinar o que ocorreu.

Rogério deixa a esposa e dois filhos pequenos. O velório está sendo realizado no Jardim da Paz e a cerimônia de cremação está agendada para as 16h desta quinta-feira, no mesmo local. A morte do empresário gerou grande comoção entre clientes, funcionários e a classe empresarial de Rio Preto, onde ele era uma figura muito respeitada pelo seu trabalho no setor de entretenimento e gastronomia.

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