sexta, 19 de junho de 2026

Polícia Civil apura denúncia de abuso contra criança de 4 anos no clube social do Palmeiras

A Polícia Civil de São Paulo está investigando um caso gravíssimo de suspeita de estupro de vulnerável contra uma menina de apenas 4 anos. O episódio teria ocorrido dentro das dependências do clube social do Palmeiras, localizado no bairro de Perdizes, na Zona Oeste da cidade. De acordo com o boletim de ocorrência registrado pelas autoridades, o crime aconteceu na tarde da última quarta-feira, quando a mãe da criança se ausentou por poucos minutos e acabou perdendo a filha de vista.

Ao reencontrar a menina, a mãe notou uma mudança repentina em seu comportamento. Inicialmente, a criança disse que o local onde estava era um “segredo”, mas, ao ser questionada de forma mais reservada, relatou que um homem idoso havia tocado em suas partes íntimas. O principal suspeito apontado na denúncia é um frequentador de 74 anos, conhecido da família por acompanhar o neto em treinos esportivos no local. Segundo o depoimento, ele costumava tentar se aproximar da vítima e, na data do ocorrido, havia oferecido pipoca para a garota. Mais tarde, durante o banho em casa, a mãe percebeu sinais físicos de alteração na região genital da filha, o que confirmou suas suspeitas e a motivou a buscar ajuda.

Ao retornar ao clube para cobrar esclarecimentos, a família foi informada pela equipe de segurança que o sistema de monitoramento interno flagrou o momento exato em que a menina entrou em um banheiro masculino, permanecendo no interior do local por cerca de 15 segundos. Diante do relato e das evidências iniciais, a diretoria do clube prestou apoio imediato e ofereceu atendimento médico preliminar para a menor dentro do próprio complexo. A instituição também disponibilizou um advogado para escoltar a mãe até a Delegacia de Defesa da Mulher para formalizar a denúncia e entregou todas as gravações das câmeras para colaborar com o trabalho dos investigadores.

O caso provocou forte indignação interna e motivou uma reação enérgica da presidência da instituição. A mandatária do clube, Leila Pereira, determinou o afastamento preventivo e a suspensão imediata do associado de 74 anos de todas as atividades sociais. A direção informou ainda que, caso as investigações policiais comprovem de forma definitiva a autoria do crime, o homem será expulso permanentemente do quadro de sócios. Até o momento, o suspeito não se apresentou à polícia e sua defesa não foi localizada para comentar as acusações.

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