


Uma grande operação de fiscalização da Polícia Militar Ambiental resultou na apreensão de mais de 3,6 quilômetros de redes de pesca instaladas de forma irregular no Rio Tietê e em seus afluentes. A ação, realizada nesta terça-feira em diversas cidades do noroeste paulista, concentrou os esforços no reservatório da Usina de Nova Avanhandava. O patrulhamento náutico passou por trechos de municípios como Barbosa, Promissão, Penápolis e Glicério, além de vigiar córregos e ribeirões estratégicos da região.

A maior parte do material proibido foi descoberta escondida na vegetação de uma área rural em Promissão, onde os agentes localizaram seis sacos contendo 2.400 metros de redes sem identificação. Durante a continuidade da varredura pelas águas, os policiais retiraram outros 1.220 metros de equipamentos que estavam armados de maneira perigosa para a fauna local. De acordo com a corporação, os peixes que ainda estavam vivos e presos às malhas foram devolvidos imediatamente ao rio, ajudando a diminuir o prejuízo ambiental causado pela prática ilegal.
Todo o material recolhido foi levado para a base operacional da Polícia Ambiental em Penápolis. Além de retirar os equipamentos irregulares, as equipes aproveitaram a operação para conversar com pescadores profissionais e amadores que estavam na região. O objetivo foi esclarecer as regras vigentes e reforçar a necessidade de uma exploração consciente dos recursos naturais, garantindo que o estoque de peixes não seja prejudicado por métodos predatórios.







A Polícia Ambiental ressaltou que manter redes sem o devido registro ou em locais proibidos é crime e prejudica o equilíbrio do ecossistema. A corporação incentiva a população a colaborar com a preservação da natureza denunciando casos de pesca predatória, caça ou desmatamento. As queixas podem ser feitas de maneira anônima por meio dos canais oficiais da Polícia Militar ou diretamente pelo telefone 190.























