


A economia brasileira registrou um crescimento de 0,5% no segundo trimestre de 2026 na comparação com o primeiro trimestre do ano. O resultado superou a expectativa do mercado financeiro, que projetava uma alta de 0,4%, e colocou o Brasil na quinta posição em um levantamento global de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) elaborado pela agência de classificação de risco Austin Rating, a partir de dados do Fundo Monetário Internacional.

O desempenho brasileiro ficou à frente de grandes potências mundiais, como Estados Unidos (0,4%) e China (0,2%), superando também a média global de expansão (0,2%), os países da Zona do Euro (0,1%) e o bloco do G7. Entre as 50 nações que já divulgaram seus indicadores trimestrais, a liderança ficou com a Irlanda, que registrou alta de 1%, seguida por Indonésia, Angola e Malásia.
Além do avanço trimestral, o Brasil também consolida sua recuperação no ranking das maiores economias do planeta por volume financeiro gerado. O país, que ocupava a 11ª posição em 2025, subiu para o décimo lugar global em 2026, com um PIB estimado em US$ 2,64 trilhões. As projeções apontam que o mercado brasileiro pode ultrapassar a Rússia e alcançar o nono posto até 2027, aproximando-se gradativamente da sétima colocação, melhor marca histórica atingida pelo país entre os anos de 2011 e 2014.









