


Uma ação coordenada nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, a Polícia Civil, com o suporte do DEIC/DEINTER-5 e da Guarda Civil Municipal (GCM), deflagrou a Operação “Mercado Negro”. O foco da ofensiva é desmantelar uma rede organizada que dominava o comércio de produtos falsificados na região central da cidade.

Esquema de Distribuição e Riscos à Saúde
As investigações, conduzidas pelo Grupo de Operações Especiais (GOE) e pela Delegacia de Homicídios (DH), revelaram uma estrutura profissional de distribuição. O grupo não apenas vendia em pontos fixos no centro, mas também mantinha uma logística itinerante para abastecer cidades vizinhas.
Entre os principais itens apreendidos estão:
- Perfumes e Cosméticos: Produtos sem procedência que, segundo a polícia, apresentam risco real à saúde do consumidor devido à composição química desconhecida.
- Eletrônicos e Periféricos: Celulares e máquinas de cartão utilizados para lavar o dinheiro do crime.
Divisão de Tarefas e Logística
A inteligência policial identificou que o bando possuía uma divisão clara de funções: enquanto alguns membros focavam na venda direta “porta a porta” e em veículos, outros gerenciavam depósitos estratégicos que serviam de base para o crime.
Perícia e Próximos Passos
Todo o material recolhido passará por perícia técnica para atestar a falsificação e analisar a toxicidade dos cosméticos apreendidos. Os envolvidos foram levados à delegacia para prestar depoimento, e a Polícia Civil agora trabalha para mapear as ramificações do grupo em outras regiões do estado.
Alerta ao Consumidor: A autoridade policial reforça que o consumo de produtos piratas, além de alimentar o crime organizado e causar prejuízo econômico ao comércio legal, coloca em risco a integridade física do usuário.









