

Uma obra de arte inusitada e avaliada em R$ 34 milhões — uma banana colada com fita adesiva na parede — foi roubada novamente, no último sábado (30/5).

A fruta, que faz parte da provocativa exposição “Comediante”, foi retirada do seu local de exposição no Museu Pompidou-Metz, no leste da França.
Mas não houve motivo para pânico, pois a equipe do museu rapidamente substituiu a fruta. A banana, na verdade, é trocada rotineiramente a cada três dias, pois é projetada para ser perecível.
Um segurança percebeu que a banana havia sido descolada no domingo, o que levou os responsáveis pelo museu a registrar o roubo na polícia, de acordo com o “Sun”.
Este não foi o primeiro incidente envolvendo a banana mais famosa do mundo, integrante de uma obra de arte assinada pelo italiano Maurizio Cattelan. Em julho passado, um visitante comeu a banana enquanto ela estava em exibição.
Em 2023, quando “Comedian” estava em exposição em Seul (Coreia do Sul), a banana foi devorada por um estudante de Arte. Huyn-soo disse ao museu que ingeriu a peça por estar com fome e que não tinha comido café da manhã.
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Os seguranças intervieram rapidamente e colocaram uma substituta. Eles teriam comprado uma nova banana de um vendedor de rua.
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Cattelan disse à época que havia ficado desapontado com o fato de o visitante faminto ter consumido apenas a banana e não a fita adesiva. O museu, que é uma filial do famoso Centro Pompidou, de Paris, não entrou com uma ação judicial sobre o incidente.
Desta vez, porém, os chefes decidiram apresentar uma queixa-crime porque o culpado permanece desconhecido e “não há possibilidade de diálogo”.
A obra foi apresentada ao público pela primeira vez em 2019, durante exposição em Miami (Flórida, EUA). Nessa exposição, o artista performático David Datuna ganhou os holofotes por comer a banana, dizendo que estava com “fome”.
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Em 2024, o bilionário chinês da criptomoedas Justin Sun comprou uma versão da obra por US$ 5,2 milhões (R$ 26 milhões) e comeu a banana.







