

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializou a data de 12 de maio para a cerimônia de posse do ministro Nunes Marques como novo presidente da Corte. A mudança no comando ocorre devido ao encerramento do mandato da ministra Cármen Lúcia, que liderou o tribunal pelos últimos dois anos. Além da nova presidência, a vice-presidência também será renovada, passando a ser ocupada pelo ministro André Mendonça.

A escolha de Nunes Marques seguiu o critério tradicional de antiguidade entre os magistrados vindos do Supremo Tribunal Federal (STF) para compor a Justiça Eleitoral. Eleito para o posto no dia 14 de abril, o ministro manifestou que presidir o TSE representa uma das maiores honras de sua trajetória profissional. Natural de Teresina, no Piauí, Nunes Marques tem 53 anos e integra o STF desde 2020, quando foi indicado para a vaga de Celso de Mello.
Antes de chegar às instâncias superiores em Brasília, o novo presidente do TSE construiu uma sólida carreira jurídica, atuando como advogado por mais de uma década e exercendo o cargo de desembargador no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Sua experiência no sistema eleitoral também inclui uma passagem como juiz no Tribunal Regional Eleitoral de seu estado natal.
O TSE possui uma composição diversificada, formada por sete ministros efetivos: três oriundos do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados de notável saber jurídico nomeados pelo presidente da República. A nova gestão de Nunes Marques terá a duração de dois anos, período em que ele será responsável por coordenar os trabalhos da Justiça Eleitoral e garantir a organização dos pleitos em todo o território nacional.







