

Uma moradora da cidade de Floreal, no interior de São Paulo, usou as redes sociais para fazer um desabafo emocionante e um alerta sobre o atendimento médico na região. Gilsara Jesus de Paiva questionou publicamente a condução do tratamento de sua filha, a pequena Lorena Cristina Garcia de Paiva, de apenas 4 anos, que precisou ser internada às pressas com um quadro grave de pneumonia após passar quase um mês recebendo diagnósticos de que estaria apenas com uma gripe comum.
De acordo com o relato da mãe, a menina vinha enfrentando episódios de mal-estar e febre há semanas, passando por consultas médicas frequentes. Em todas as ocasiões anteriores, os profissionais de saúde informavam que o caso se tratava de um resfriado leve e orientavam o uso de medicações simples, garantindo que a criança melhoraria em poucos dias. Inclusive, apenas um dia antes da internação, Lorena passou por uma consulta com um pediatra que afirmou que a paciente tinha apenas um resfriado forte com acúmulo de catarro no peito, descartando a necessidade de receitar antibióticos naquele momento.
A situação mudou drasticamente quando a menina apresentou uma febre ainda mais alta e persistente, o que acendeu o sinal de alerta na família. Preocupada com a piora rápida, Gilsara decidiu não esperar mais e levou a filha diretamente para o hospital de Nhandeara. Na unidade hospitalar, os médicos realizaram exames mais detalhados, constataram a pneumonia e internaram a criança imediatamente para iniciar um tratamento intensivo com antibióticos injetáveis e o uso de bombinhas para auxiliar na respiração.















Em sua postagem, a mãe criticou a falta de investigação mais profunda nos primeiros atendimentos e destacou que um exame de raio-X feito antes poderia ter evitado o sofrimento da filha e o avanço da doença. Aliviada pelo início do tratamento correto, mas ainda assustada com a gravidade da situação, Gilsara afirmou que, se a própria família não tivesse tomado a iniciativa de procurar socorro em outra cidade, o desfecho poderia ter sido trágico, reforçando a importância de os pais confiarem em seus instintos quando percebem que algo está errado com a saúde dos filhos.


























