


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva utilizou suas redes sociais nesta terça-feira para cobrar publicamente a libertação imediata do ativista brasileiro Thiago Ávila, detido pelo governo de Israel. Ávila faz parte da flotilha “Global Sumud”, um grupo internacional que atua em missões de apoio humanitário. Para o presidente brasileiro, a manutenção da prisão é uma medida sem justificativa que gera profunda preocupação diplomática.

Em sua declaração, Lula classificou a detenção dos ativistas como uma violação das leis internacionais, destacando que a abordagem ao grupo ocorreu em águas internacionais. O governo brasileiro uniu forças com a Espanha, que também tem um cidadão preso na mesma operação, para exigir garantias de segurança aos detidos e reforçar o pedido de soltura imediata. Segundo o petista, a ação de Israel deve ser condenada por toda a comunidade internacional.
O posicionamento do governo brasileiro aconteceu logo após uma nova decisão da Justiça israelense, que prorrogou a prisão preventiva de Thiago Ávila e do espanhol Saif Abu Keshek até o próximo domingo. Enquanto aguarda o desfecho do caso, o Ministério das Relações Exteriores segue monitorando a situação para garantir que os direitos dos cidadãos envolvidos sejam respeitados e que eles possam retornar aos seus países de origem o mais rápido possível.
























