

Um influenciador descobriu o que está sendo chamado de “local mais remoto para alugar por temporada no mundo”. E fica no meio do mar!
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Influencer encontra o ‘local mais remoto para alugar por temporada no mundo’: no meio do mar — Foto: Reprodução/TikTok
O espanhol Rubén Holgado, de 23 anos, encontrou essa joia oceânica durante uma viagem à Flórida. Ele viajou por 10 horas de sua cidade natal, Barcelona (Espanha), até Miami (Flórida, EUA), e depois dirigiu por cinco horas até Key West, após obter um dica de destino exótico.


Em seguida, Rubén foi de barco até uma casa flutuante, que fica a cerca de euma hora de Key West.
“Estamos mais perto de Cuba do que de Miami agora. Literalmente no meio do nada”, disse o influencer aos seus 376 mil seguidores no TikTok.
A casa também funciona como barco e tem motor para os deslocamentos. A estrutura permanece ancorada no mar, oferecendo vistas de 360 graus que estão sempre mudando.
No interior, uma cama grande está voltada para o oceano, enquanto um banheiro compacto conta com gerador e ar-condicionado para garantir o conforto.
“Cheguei de barco. Ir nadando teria sido totalmente inviável, pois eu estava viajando com equipamento de câmera, bagagem e material de pesca. Antes de me deixar lá, o capitão me alertou para não me afastar muito, pois o mar estava agitado, ventava muito e não seria a primeira vez que alguém precisaria de resgate”, contou o espanhol. “Ele também me alertou sobre os tubarões! Key West é conhecida por ter uma grande população de tubarões, o que definitivamente aumentou a sensação de aventura”, completou ele.
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A estada é realmente diferente de hotéis à beira-mar, comentou o influencer:
“Ao longo do dia, é possível ver barcos passando ao longe, bem como pelicanos e outras aves marinhas. Algo que me surpreendeu é que, como a hospedagem é legalmente classificada como uma embarcação, os hóspedes precisam preencher algumas documentações antes de se hospedarem lá. Tive até que obter uma habilitação náutica com antecedência e assinar documentos reconhecendo os riscos associados a uma estadia em um local tão remoto. A rotina lá é bem diferente da experiência em um hotel convencional. É preciso chegar levando a própria comida e os suprimentos necessários. Durante o dia, aproveitei para pescar, nadar e explorar a região. Cheguei até a nadar à noite, usando uma lanterna, para enfrentar minha talassofobia (o pavor de águas profundas e escuras) e ver se conseguia avistar algum tubarão.”







