quarta, 8 de abril de 2026

Franklin Graham pede a Trump que se arrependa e aceite a Jesus

Foto: CNP7789. WASHINGTON (DC, EE.UU.), 28/02/2018. El presidente estadounidense, Donald J. Trump (i), habla con Franklin Graham antes de una ceremonia para el evangelista estadounidense Billy Graham, mientras yace en honor hoy, miércoles 28 de febrero de 2018, en la Rotonda del Capitolio, en Washington, DC (EE.UU.). Billy Graham fue el evangelista cristiano más conocido de la nación, predicando a millones en todo el mundo, además de ser un asesor de presidentes estadounidenses durante su carrera de 6 décadas. EFE/Ron Sachs/POOL

O evangelista Franklin Graham endereçou uma carta pessoal ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerindo que o líder político reflita sobre sua trajetória espiritual e a importância do arrependimento sob a ótica cristã. O documento, escrito originalmente em outubro de 2025, voltou a ganhar destaque após ser compartilhado pelo próprio Trump durante o último Domingo de Ramos. Na mensagem, Graham utiliza um tom que mescla o reconhecimento de feitos diplomáticos com um alerta direto sobre o destino da alma, afirmando que conquistas políticas, por mais expressivas que sejam, não substituem os preceitos bíblicos para a salvação.

No texto, o filho do renomado pregador Billy Graham começa elogiando a atuação do presidente na mediação de conflitos internacionais, especificamente no cessar-fogo entre Israel e o grupo Hamas e na libertação de reféns. Graham descreve esses eventos como respostas a orações e marcos significativos para a paz mundial. No entanto, o líder religioso ressalta que o favor divino não pode ser alcançado meramente por meio de boas obras ou realizações pessoais. Ele cita uma declaração recente de Trump à imprensa, na qual o presidente teria brincado sobre não estar certo de seu caminho para o paraíso, e pondera que, mesmo em tom de humor, o tema merece uma atenção séria e definitiva.

O evangelista reforça a doutrina de que a segurança eterna depende exclusivamente da fé em Jesus Cristo e do reconhecimento das próprias falhas. Segundo Graham, a salvação exige que o indivíduo acredite no sacrifício cristão e convide essa presença para transformar seu coração. Ele enfatiza que ninguém é capaz de salvar a si mesmo apenas pelo próprio esforço. A carta encerra com uma promessa de orações contínuas pelo presidente e a citação de um trecho bíblico da Epístola aos Romanos, que condiciona a salvação à confissão pública de fé e à crença na ressurreição.

A divulgação da carta por parte de Trump ocorre em um momento politicamente estratégico, enquanto o presidente enfrenta questionamentos de setores de sua base aliada. Parte do eleitorado religioso demonstrou desconforto com declarações recentes do mandatário a respeito de seus oponentes, o que torna o gesto de compartilhar o conselho de Graham uma tentativa de reafirmar laços com o público cristão conservador. A repercussão do caso, detalhada originalmente pelo portal The Christian Post, destaca o papel persistente da religião como bússola moral e ferramenta de diálogo dentro da política norte-americana.

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