sábado, 10 de outubro de 2026

Engenharia de Alimentos da FEF emprega alunos antes da formatura

Foto: Alunos da Engenharia de Alimentos recebem especialização constante com palestras e cursos extras. A engenharia de alimentos é uma profissão ainda nova no Brasil, porém em expansão. Envolve a…

Foto: Alunos da Engenharia de Alimentos recebem especialização constante com palestras e cursos extras.

A engenharia de alimentos é uma profissão ainda nova no Brasil, porém em expansão. Envolve a aplicação da ciência e da engenharia no processamento de alimentos, desde a obtenção das matérias primas até a distribuição dos produtos alimentícios. Numa época em que a industrialização de alimentos é irreversível, o engenheiro de alimentos tem seu lugar garantido no mundo moderno.

Márcia Luzia Rizzato, coordenadora do curso de Engenharia de Alimentos da Fundação Educacional de Fernandópolis, afirma que o campo de trabalho é grande e carente de profissionais e que “devido à possibilidade do aluno em prestar o estágio já a partir do segundo semestre ajuda na sua contratação. A maioria dos alunos já sai empregado”.

Essa foi uma importante questão na decisão do aluno Marcelo Henrique Caparroz Ribeiro, 23 em seguir a carreira de engenheiro de alimentos. Antes de ingressar no curso, Marcelo prestou vestibular em várias outras instituições, sempre na área de engenharia, mas não conhecia o curso de Engenharia de Alimentos. Hoje, no quinto ano do curso, está muito satisfeito com a escolha, principalmente pelas oportunidades do mercado de trabalho. “Nas turmas que formaram antes de mim, todos estão já trabalhando”. Marcelo já está trabalhando na empresa Mabel, no município de Três Lagoas/MS, juntamente com sua colega de classe Gabriela Borges. Ambos estão empregados antes mesmo de terminarem o curso. Outros alunos também já estão praticando estágio remunerado, como a estudante Rejane Lourenço, que está no Frigoestrela, em Estrela D’oeste.

O curso de Engenharia de alimentos da FEF está em sua quarta turma e conta com um corpo docente altamente qualificado, composto por 26% de doutores, 52% de mestres e 22% de especialistas, o que proporciona uma alta qualidade no ensino, aliado à infra-estrutura dos laboratórios específicos. O curso conta hoje com laboratório de tecnologia de leite, carnes, frutas e cereais, microbiologia de alimentos, análise de alimentos e operações unitárias.

O salário médio em início de carreira gira em torno R$ 2 mil, porém não há limites para o topo da carreira, dependendo da área de atuação e do desempenho do profissional.

Uma importante consideração a se fazer é sobre uma confusão comum entre o engenheiro de alimentos e o nutricionista. Rizzato explica que a engenharia se preocupa com a industrialização e o processamento dos alimentos, desde a matéria prima até sua embalagem. Já o profissional de nutrição preocupa-se mais com as consequências da ingestão desse alimento.

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