

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais neste domingo (26) para comentar o recente atentado contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e alertar sobre os riscos da violência política. Em um vídeo publicado na internet, o parlamentar relacionou o episódio ocorrido em Washington com o cenário brasileiro, sugerindo que seu irmão, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, precisa redobrar os cuidados com sua proteção pessoal durante a campanha eleitoral de 2026.

Ao analisar o incidente internacional, Eduardo destacou que a tentativa de ataque só não teve consequências mais graves graças à intervenção rápida das forças de segurança norte-americanas, que detiveram um homem armado antes que ele alcançasse o líder republicano. Para o ex-deputado, figuras públicas, especialmente aquelas ligadas a movimentos de direita, estão mais expostas a esse tipo de ameaça. Ele reforçou que episódios como este devem servir de exemplo para que protocolos de segurança sejam revisados e intensificados no Brasil.
O alerta de Eduardo Bolsonaro surge após os momentos de tensão registrados no último sábado (25), durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca. O evento, que reunia as principais autoridades dos Estados Unidos, precisou ser interrompido após relatos de disparos nas proximidades do salão. Na ocasião, um homem tentou invadir o local portando armas, mas foi neutralizado por agentes de segurança. Durante o confronto, um integrante do Serviço Secreto foi atingido por um tiro, mas não sofreu ferimentos letais devido ao uso de colete à prova de balas.
As investigações conduzidas pelas autoridades policiais de Washington confirmaram que o agressor agiu sozinho, tratando o caso como a ação de um “lobo solitário”. Enquanto o governo dos Estados Unidos aprofunda as buscas pelas motivações do crime, o debate sobre a vulnerabilidade de líderes políticos ganha fôlego no Brasil. A fala de Eduardo Bolsonaro sinaliza uma preocupação da família com a integridade física de Flávio Bolsonaro na corrida presidencial, em um momento de acirramento da polarização política no país.









