

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acionou a defesa de Débora Rodrigues para que preste esclarecimentos sobre uma possível violação das regras de sua prisão domiciliar. Conhecida como “Débora do Batom”, a cabeleireira foi condenada a 14 anos de prisão por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023. A suspeita atual envolve períodos, entre os dias 20 e 26 de abril, em que o equipamento de monitoramento eletrônico teria ficado desligado.

Em entrevista ao programa Pleno Time nesta quinta-feira (30), a irmã de Débora, Cláudia Rodrigues, negou qualquer irregularidade e afirmou que todas as medidas impostas pela Justiça estão sendo seguidas rigorosamente. Segundo ela, a família e os advogados estão tranquilos e pretendem comprovar que não houve falha por parte da condenada dentro do prazo de 48 horas estabelecido pelo ministro.
Cláudia relatou que a irmã vive sob constante receio de descumprir as normas e que todas as saídas necessárias, como em casos de emergência médica, são documentadas e comunicadas imediatamente à Polícia Penal e ao STF. Ela citou como exemplo uma ocasião em que Débora precisou de atendimento hospitalar por conta de uma infecção urinária grave, reforçando que cada passo foi informado às autoridades. Apesar de estar em casa, a família ressalta que a rotina é de privação de liberdade e vigilância constante.







