sexta, 12 de junho de 2026

Danilo Campetti celebra rejeição histórica de Jorge Messias ao STF pelo Senado

O deputado Danilo Campetti classificou como uma “derrota histórica” para o governo federal a decisão do Senado de rejeitar a indicação de Jorge Messias ao cargo de ministro do Superior Tribunal Federal (STF). O placar de 42 votos contrários e 34 favoráveis marcou um evento raríssimo na política nacional, sendo a primeira rejeição desse tipo desde 1894, no governo de Floriano Peixoto.

Campetti fundamentou sua comemoração em redes sociais, em três pilares principais: Contexto Histórico e Operação Lava Jato: Relembrou o episódio do áudio vazado em que Messias (apelidado de “Bessias”) foi citado em uma tentativa de manobra para proteger Luiz Inácio Lula da Silva de uma ordem de prisão.

Criticou a criação da Procuradoria Nacional de Defesa da Democracia, referindo-se a ela ironicamente como um “Ministério da Verdade” voltado à censura, além de apontar a postura de Messias em relação ao aborto, citando especificamente procedimentos de “assistolia fetal”, que classificou como cruéis – procedimento médico que consiste na injeção de substâncias, como cloreto de potássio, diretamente no coração do feto para interromper os batimentos cardíacos, realizado antes da sua retirada do útero.

Para Campetti, o resultado da votação demonstra que as instituições brasileiras mantêm o sistema de freios e contrapesos ativo. Segundo ele, a mobilização da cidadania e a atuação do Senado serviram como uma resposta democrática à indicação presidencial, reforçando que os mecanismos de controle do Estado podem funcionar de forma eficaz quando pressionados pela opinião pública.

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