

Um monólito indestrutível. Esta é a melhor definição para a “Caixa-Preta da Terra”, que está sendo finalmente construída na Tasmânia (Austrália) após o ambicioso projeto ser lançado em 2021.

A estrutura vai servir como uma testemunha silenciosa e sombria do “fim do mundo”. Inspirado nos gravadores de voo de aeronaves que registram dados antes de um acidente fatal, o monólito de aço de 16 metros de comprimento passará décadas documentando a marcha da Humanidade em direção a um possível “apocalipse”, seja ele climático, nuclear ou de outra natureza.
O local do projeto capitaneado pelo Rouser Lab foi escolhido por ser o ponto mais estável geológica e politicamente no planeta.


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Graças a 36 painéis solares protegidos por vidro e a um sistema avançado de energia de reserva termoelétrica, a “Caixa-Preta da Terra” coletará dados incansavelmente muito depois de o último ser humano dar seu último suspiro. Suas paredes de aço ultrarresistentes foram construídas para suportar ciclones e furacões, terremotos catastróficos, incêndios e inundações extremas, bem como ataques físicos de alta intensidade.
O cofre fortemente fortificado coletará continuamente dados de universidades, agências espaciais e estações meteorológicas para compilar o que os criadores chamam de um “relato imparcial” para quem vier depois.
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A construção do monólito está em andamento perto de Queenstown, com prazo de instalação previsto para dezembro deste ano.









