


Um morador fez um relato público denunciando uma situação de constrangimento vivenciada durante uma compra no Supermercado Proença neste último feriado de 7 de setembro. Acompanhado da família para adquirir dois itens, o cliente optou pelo setor de guichês de autoatendimento, modalidade destinada a compras rápidas, e solicitou auxílio de uma funcionária para empacotar as mercadorias devido às suas limitações físicas.

Segundo o depoimento, a atendente recusou inicialmente a ajuda alegando que o sistema de caixas rápidos exige que o próprio cliente embale os produtos, sugerindo que o consumidor deveria ter se dirigido aos caixas convencionais. O cliente reforçou sua condição de pessoa com deficiência e reiterou o pedido de suporte. A situação gerou exposição e desconforto diante de outros consumidores que aguardavam na fila antes de a funcionária prestasse o auxílio solicitado.
Após o ocorrido, o consumidor procurou a gerência da unidade para relatar o fato e solicitar providências institucionais em relação ao treinamento das equipes. O objetivo do diálogo foi reforçar a necessidade de conscientização, empatia e atendimento inclusivo aos clientes com deficiência ou mobilidade reduzida, evitando que novas ocorrências semelhantes se repitam no estabelecimento.











