domingo, 23 de novembro de 2025
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Cliente causa tumulto em clínica e se passa por policial civil

Uma mulher de 35 anos foi detida pela Polícia Militar na manhã da última sexta-feira, 14 de novembro, após causar um grande tumulto em uma clínica odontológica ou médica, localizada na Rua XV de Novembro, na região central de São José do Rio Preto.

A detenção ocorreu sob a acusação de falsa identidade, após a suspeita se apresentar como policial civil e, supostamente, ameaçar uma funcionária do local.

A Polícia Militar foi acionada via 190 pela secretária do estabelecimento, que relatou ter sido ameaçada por uma cliente durante uma discussão. Segundo a funcionária, a cliente estava vestindo uma camiseta com o brasão da Polícia Civil e havia exibido o que parecia ser uma arma, intimidando-a.

Equipes da PM foram imediatamente deslocadas para o endereço e encontraram a mulher ainda na recepção da clínica.

Durante a abordagem policial, a mulher insistiu veementemente que pertencia à corporação, mas não conseguiu apresentar nenhuma identificação oficial que comprovasse seu vínculo com a Polícia Civil.

Uma checagem realizada pelo Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) descartou qualquer ligação da suspeita com a instituição. Diante da constatação, a mulher admitiu que não era, de fato, policial. Ela alegou que está estudando para concursos na área de segurança pública e que a camiseta, com o símbolo da Polícia Civil, havia sido adquirida por conta própria. A suspeita não soube ou não quis explicar onde comprou o uniforme.

Na bolsa da detida, os policiais realizaram uma busca e localizaram um revólver de brinquedo. A mulher justificou que o objeto pertencia ao seu sobrinho. Tanto a camiseta quanto o simulacro de arma de fogo foram apreendidos pela Polícia Militar.

A mulher foi conduzida ao Plantão Policial, onde foi formalmente indiciada pelo crime de falsa identidade.

Após o registro da ocorrência, ela foi liberada mediante o compromisso de comparecer à Justiça quando intimada. Surpreendentemente, a funcionária que acionou a polícia e fez a denúncia original não compareceu à Central de Flagrantes para prestar depoimento.

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