

A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) aproveitou o mês do Meio Ambiente para apresentar os resultados expressivos de seu projeto socioambiental, batizado de Programa Semente do Futuro. Os dados, que fazem parte do Relatório Anual de Sustentabilidade da companhia, revelam que a iniciativa não apenas cumpriu seus objetivos em complexos habitacionais do estado, mas conseguiu superar todas as expectativas planejadas para o período.

Ao todo, o projeto viabilizou o plantio de 3.420 mudas de árvores nativas e frutíferas, um volume 14% maior do que a meta inicial, que era de 3 mil árvores. O engajamento dos moradores também surpreendeu positivamente os organizadores. As atividades educativas focadas na preservação da natureza registraram mais de 10.500 participações, superando em 32% o público estimado de 8 mil pessoas. O programa expandiu suas frentes de trabalho para além dos plantios, incluindo no cotidiano das comunidades debates essenciais sobre o uso consciente da água, o descarte correto do lixo, higiene e hábitos sustentáveis dentro de casa. Essas ações alcançaram 65 municípios paulistas através de mais de 200 eventos comunitários.
Toda essa movimentação promovida pela companhia está em sintonia com as diretrizes globais da Organização das Nações Unidas (ONU), fazendo parte de uma agenda internacional que busca transformar os municípios e os bairros residenciais em locais mais seguros, inclusivos, resistentes e ecologicamente corretos para se viver.


Como a CDHU costuma erguer seus conjuntos habitacionais em regiões urbanas que muitas vezes ficam próximas a rios, nascentes e matas, a preservação se tornou uma regra rigorosa. A empresa destaca que todas as suas obras seguem à risca as leis de urbanismo e meio ambiente. Nos casos em que é inevitável retirar alguma árvore para a construção das moradias, a companhia assina termos de compromisso com órgãos estaduais para devolver a área verde ao município. Somente por meio dessas ações de compensação, a CDHU promoveu a recuperação e o plantio de grama e árvores em uma extensão de 164 mil metros quadrados ao redor de suas obras. Esses projetos de reflorestamento são desenhados por especialistas, fiscalizados pela Cetesb e, após a entrega, recebem o cuidado e o acompanhamento das prefeituras locais por até quatro anos para garantir que a vegetação cresça saudável.







