

Com o encerramento do Mundial masculino, os torcedores brasileiros não precisarão esperar mais quatro anos para voltar a vibrar com a Seleção. No próximo ano, o Brasil será o palco da Copa do Mundo Feminina, marcando a primeira vez na história que o país sediará a competição, realizada entre os dias 24 de junho e 25 de julho em oito cidades-sede.

A expectativa para o torneio já mobiliza torcedoras de diferentes gerações. Crianças e jovens apaixonadas pelo esporte, como a pequena Manuela Baère, de 6 anos, e a estudante Sofia Seabra, de 13 anos, acompanham com entusiasmo a aproximação do campeonato. Para muitas praticantes do esporte, o evento representa uma oportunidade indispensável para inspirar novas atletas e ampliar o espaço das mulheres nos gramados.
A Confederação Brasileira de Futebol nomeou a ex-atleta Aline Pellegrino como diretora executiva de legado do evento. A dirigente ressalta que o impacto do Mundial vai além do desempenho esportivo, atuando como um agente de transformação cultural e promovendo a igualdade na sociedade. Com a participação de 32 seleções em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte, a competição reforça a busca pela valorização do futebol feminino e pela conquista inédita da taça em solo nacional.










