Domingo, 19 de Maio de 2019
São Paulo perde para a Ponte e aumenta pressão para ‘decisão’
10/02/2019 as 09:45 | Brasil | Da Redaçao
Em mais uma atuação decepcionante, o São Paulo foi derrotado pela Ponte Preta na noite deste sábado (9), no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, pela sexta rodada do Campeonato Paulista.

O placar de 1 a 0, além de embolar o grupo D da competição estadual, aumenta a pressão sobre o time de André Jardine, que na quarta-feira (13), enfrentará o Talleres, pela partida de volta da segunda fase preliminar da Libertadores da América.

O gol da vitória da Macaca sobre o Tricolor foi marcado pelo atacante Hugo Cabral, que entrou na etapa final e aproveitou a falha da defesa são-paulina em uma cobrança de escanteio para empurrar a bola para o fundo da rede. Com a vitória, a Ponte Preta se recupera no Paulistão e volta a brigar com o Red Bull Brasil por uma das vagas do grupo A nas quartas de final da competição estadual.

O jogo

Ao contrário do que se imaginava, o técnico André Jardine poupou apenas três titulares – Bruno Peres, Jucilei e Pablo, e aproveitou o jogo para fazer testes de olho no compromisso contra o Talleres. Colocou Araruna na lateral direita, e Hernanes para jogar mais recuado, como segundo volante. Na frente, optou por Antony pelos lados, recém-campeão da Copa São Paulo de Futebol Júnior, e pelo uruguaio Carneiro como referência.

Porém, se a expectativa era de tirar dessa formação uma ideia nova, Jardine deve ter se decepcionado. Em 45 minutos, nenhum chute a gol, ou ao menos uma jogada de perigo. Hernanes estava pilhado demais, Araruna era o oposto, desligado ao extremo e, na frente, Nenê, Everton e Gonzalo Carneiro não se entendiam. Antony era o único a tentar algo diferente, mas sem sucesso.

Quando o cronômetro marcava 15 minutos da etapa final, e nada havia mudado na dinâmica do São Paulo na partida, o técnico são-paulino resolveu mexer. Sacou Hernanes, colocou Igor Vinícius. Assim, o time voltou a ter um lateral de origem na direita, e Araruna foi atuar no meio de campo, também sua posição natural. Em seguida, trocou Carneiro por Diego Souza e Everton por Biro Biro.

O treinador mudou, mas sua equipe, não. O São Paulo ouviu o apito final sem ter conseguido chutar uma bola sequer no gol adversário. A Ponte Preta, por sua vez, mesmo não jogando bem, achou na bola parada a única maneira de entrar na área tricolor. E se deu bem aos 33, após cobrança de escanteio que Hugo Cabral completou já quase na pequena área de Tiago Volpi, que saiu mal da sua meta: 1 a 0.
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