Terça, 17 de Setembro de 2019
Caso Chris Brown: Polícia vê inconsistências em depoimento
24/01/2019 as 18:00 | Mundo | Da Redaçao
A jovem que acusou Chris Brown por estupro em Paris não convenceu a polícia francesa com seu depoimento.

O site TMZ , teve contato uma fonte ligada ao caso e informou que o cantor continua andando pela cidade sem medo de ser algemado. Segundo a declaração da fonte ao TMZ “a parte mais fraca do caso é a declaração da suposta vítima à polícia”.

Em seu depoimento, a jovem informou que Chris Brown a estuprou no camarim da suíte do hotel que ele estava hospedado, e teria durado de 25 a 30 minutos. Ainda em seu relato à polícia, ela disse que quando entrou em outro quarto foi estuprada novamente, dessa vez por um amigo do rapper. Em outra sala, a moça teria sido “abusada” pela terceira vez.

Segundo o TMZ , a polícia não teria acreditado na história porque no relato da suposta vítima "ela nunca tentou deixar o local ou alertar alguém das cerca de 20 pessoas que estavam na sala de estar".

O site americano foi informado que é por isso que os policiais decidiram não só liberar Brown, como devolver o passaporte dele. O cantor foi preso na segunda-feira (21) e solto em seguida sem precisar pagar fiança. Uma fonte próxima ao rapper informou ao TMZ que a polícia francesa pediu desculpas ao rapper quando foi liberado.

O caso continua sendo investigado pelas autoridades francesas, mas Chris Brown, que se declara inocente, já afirmou que vai processar a mulher.

Chris Brown já tem um histórico de problemas com a justiça, e em maio de 2018, ele estava sendo processado por incentivar e auxiliar o estupro de uma mulher durante uma festa na sua casa. Em 2016, ele foi detido em Los Angeles, nos Estados Unidos, por usar uma arma de fogo para ameaçar uma mulher, e foi liberado após pagar uma fiança de US$250 mil dólares.

Em 2009, Chris Brown foi condenado após agredir Rihanna, que era sua namorada na época, e o caso ganhou repercussão mundial. No documentário sobre a sua vida ele falou que os dois brigavam muito e havia agressões dos dois lados: “Nós brigávamos, ela me batia, eu batia nela, nunca foi tudo bem”.
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