Quarta, 23 de Janeiro de 2019
Cabo Santos extrapola o limite da ignorância e do saber
05/10/2018 as 15:05 | Fernandópolis | Da Redaçao
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Assistimos o vídeo do candidato Ailton José dos Santos, vulgo Cabo Santos, após notícia publicada pelo regiaonoroeste.com e chegamos a conclusão que realmente ele extrapolou o limite da ignorância, não tendo o pleno conhecimento daquilo que vem acontecendo com ele mesmo.

Isso mostra o despreparo moral e político, induzindo o possível eleitorado aos erros, ao mencionar que o portal de noticias teria publicado mentiras a respeito dele. Não somos “trouxas” ao ponto de inventar informações que não condizem com a verdade, nem tão pouco saímos ofendendo a honra e desrespeitando as pessoas só porque são políticas.

Agora, a falta de verdade foi explicitamente aplicada por Cabo Santos nas redes sociais, tendo em vista que as declarações dele, no post, não condizem com a verdade que “vos libertará”, jogando seus seguidores contra a imprensa que supostamente teria que apoiar suas declarações eloquentes e sem fundamentos.

Cabo Santo mentiu em mencionar que o portal teria citado no texto - ‘Cabo Santos poderá der a candidatura indeferida, poderá ter os direitos políticos cassados e ainda que o vereador Murilo Jacob iria pedir a cassação da candidatura dele’.

A reportagem se baseou em documento oficial do Ministério Público, cuja cópia está veiculada a nestas informações para que não paire dúvidas sobre a veracidade dos fatos, citando o pedido do MP e as possibilidades, caso Cabo Santos seja condenado.

A verdade é nua e crua e as vezes pode doer e fazer feridas, mas temos o compromisso de divulgar aquilo que acontece na cidade e região, principalmente em assuntos que mexam com a honra das pessoas, como foi o caso de Cabo Santos quando chamou o vereador de “imbecil”.

É nessa mesma linha que ele segue ofendendo as pessoas que não apoia seus ideais, como fosse-mos obrigados a “endeusa-lo” por suas atitudes e ideias mirabolantes, tendo as vezes nenhuma noção da realidade. Ele mantém um linguajar chulo, usando termos como “borrando e cagando de medo”.

Na ansiedade pelo cargo público, mirou a Câmara Municipal para promover atos em seu favor, não medindo as consequências políticas que podem desdobrar em ato criminoso. Buscou a critica inconstrutiva na edilidade, induzindo o eleitor que ele poderia fazer mais pela cidade do que aqueles que estão no poder.

Para ser um bom fernandopolense, não é necessário ter cargos públicos. Não precisa difamar ou ofender pessoas, usando essa bandeira como trampolim eleitoral, com faceta de que eleito geraria empregos. Basta somente ter boa vontade e, acima de tudo, bom relacionamento nas esferas estaduais e federais para colocar seu nome nos anais da história de Fernandópolis, sendo lembrado no futuro como um homem que colaborou com a sociedade e não como alguém que um dia fez peso na terra e se foi com a morte.

Falar, até papagaio fala, parceiro. Quero ver as ações!!!
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