Quinta, 18 de Outubro de 2018
O que Deus nos exige?
09/08/2018 as 06:33 | Fernandópolis | Marcos Orati
Texto Bíblico: Miqueias 6.1-16

“Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o SENHOR exige: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus”

Vivemos numa sociedade cada vez mais alienada e desumanizada. Quase não nos cumprimentamos mais, não olhamos mais uns para os outros, isolamo-nos em nosso próprio mundo. O amor pelo próximo e o valor da comunidade são substituídos pela exclusão social e pela individualidade cada vez mais acentuada. Na época do profeta Miqueias, havia prosperidade na sociedade, mas também injustiça. A riqueza não era igualmente distribuída entre o povo, pois os mais ricos exploravam ou ignoravam os mais necessitados, olhando somente para si mesmos (veja p.ex. Mq 3.2,11).

É diante desse contexto que precisamos enxergar os verbos “praticar”, “amar” e “andar com humildade” que aparecem no pedido de Deus no versículo em destaque. O que significa isso, então? Primeiro, praticar a justiça é agir de forma justa, sendo imparcial e honesto no trato com as outras pessoas, com os mais necessitados, haja vista uma crescente tendência ao egoísmo em detrimento da ajuda ao próximo. Em segundo lugar, amar a fidelidade é demonstrar compaixão e misericórdia genuínas aos mais carentes ao nosso redor. Compaixão é algo contagiante: ela facilmente passa de um para o outro à medida que é demonstrada. Em terceiro lugar, andar com Deus de forma humilde é reconhecer todos os dias nossa dependência dele, demonstrando respeito e reverência à sua vontade.

Cristo ensinou seus seguidores a se importarem com os marginalizados da economia e da sociedade. A Bíblia não nos oferece outra alternativa senão tomar consciência das necessidades materiais dos que se acham ao nosso redor. Assim, quando atendemos a esse pedido, passamos a demonstrar amor genuíno ao Senhor, que se manifesta em solicitude incessante pelos mais necessitados à nossa volta.

Amar a Deus e ignorar o necessitado são atitudes totalmente diferentes

Conscientização não é questão de coletividade, mas parte da individualidade de cada um a partir dos princípios e valores da Palavra de Deus. Assim cada um assumindo tal consciência nossa sociedade e nação será transbordada pela cultura dos céus na terra.

Deus abençoe
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